Cara! Ainda estou em plena análise do caso Isabella Nardoni. Cristão que sou, não posso sair por aí acusando pessoas. Também, não posso me calar ante as injustiças. Por enquanto só posso dizer que estou achando a história um pouco fantasiosa. Emocionalmente não consigo acreditar que um pai seja capaz de uma coisa dessas: primeiro matar a filha estrangulando-a e depois atira-la pela janela. Enfim, os monstros existem.
Interrompo minha análise para ver no que dá o caso Farah Jorge Farah, aquele que matou a namorada e esquartejou, para que o corpo acomodasse melhor na “mala" do seu carro. Foi condenado, mas não foi preso. Um tal de hábeas corpus preventivo, garantiu a sua liberdade até ser julgado em última instância. Não entendo nada disso!
Bem! Quando me preparava para voltar aos Nardoni, sou cortado pelo caso Roberto Cabrini. Segundo o advogado, policiais “plantaram” cocaína no porta-luvas do carro dele para forjar um flagrante de tráfico. Motivo: o repórter está fazendo uma matéria investigativa sobre o assunto e parece que está incomodando a alguém. Será?
Outro dia vi um antropólogo no programa Observatório da Imprensa, dizendo que o produto mais lucrativo para a mídia é a violência. Ele tem razão.
Chega! Vou aproveitar o feriadão.
Coisas da mídia...
Um comentário:
No meu entender, o assassino, que por sinal é pai da Isabella, deveria ser internado e não preso, um homem desse é louco e não tem noção da gravidade do fato, o semblante dele demonstra um arrependimento de quem matou uma barata!
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