Já fui muitas vezes a Petrópolis e, em algumas, visitei o Museu Imperial. Ali fiquei abismado contemplando o tamanho e a suntuosidade do palácio. Vez por outra tentava imaginar o quanto teria sido gasto com aquela construção e quanto teria sido o sacrifício do povo, pagando impostos para dar luxo a família real.
Neste último final de semana estive mais uma vez naquela cidade e, na noite de sábado, fui assistir ao espetáculo Som e Luz nos jardins do Museu que conta a história de D. Pedro II e sua família. Aliás, eu recomendo.
Durante o espetáculo percebi que fui injusto com o Imperador. Na narrativa sobre a construção do Palácio, o locutor informou que a obra foi totalmente custeada pelo próprio D. Pedro II.
Naquele instante me desculpei com a memória do Monarca. Pensei, então, na reforma do apartamento do ex-reitor da Universidade de Brasília e aí não quis pensar mais em nada.
Coisas que eu penso...
Neste último final de semana estive mais uma vez naquela cidade e, na noite de sábado, fui assistir ao espetáculo Som e Luz nos jardins do Museu que conta a história de D. Pedro II e sua família. Aliás, eu recomendo.
Durante o espetáculo percebi que fui injusto com o Imperador. Na narrativa sobre a construção do Palácio, o locutor informou que a obra foi totalmente custeada pelo próprio D. Pedro II.
Naquele instante me desculpei com a memória do Monarca. Pensei, então, na reforma do apartamento do ex-reitor da Universidade de Brasília e aí não quis pensar mais em nada.
Coisas que eu penso...