sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Peneirando 2007.

Eu não acho que a simples passagem de um ano para outro possa alterar alguma coisa na vida da gente. Mas, também não posso negar, que este é um período de reflexão e isso sim, pode nos transformar definitivamente.

É verdade que podemos fazer esta reflexão em qualquer época do ano. Porém, com certeza, não seria a mesma coisa. Este é o tempo de pensar nos erros e acertos; nas alegrias e tristezas; nos fracassos e sucessos. Esta é a hora de usármos a “peneira” que deixará passar para o futuro o aprendizado e o que será bom para nós.

Então, além de desejar a todos um feliz e próspero ano novo, eu peço a Deus que tenhamos sabedoria para que nossas ações, relacionamentos e conquistas contribuam para um mundo melhor.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Pontinho amarelo.

Alguns amigos do trabalho e eu conversávamos a respeito da modernidade que tem sido imposta a nossa geração. Os que nascemos nos anos 50 e 60 temos sido atropelados pelas tecnologias sem tempo para anotar a placa.

Nelson lembrou que pessoas nasceram e morreram sem ver uma novidade significativa e nós, privilegiados, vivemos uma avalanche de evolução: Televisão; Comunicação; Informática; Equipamentos eletrônicos, enfim é uma coisa atrás da outra. Nem bem demos cabo de conhecer um invento e, pimba! Lá vem um “upgrade”. São microcomputadores, câmeras digitais, celulares, TV digital, etc... Que maravilha!

No meio da conversa fomos acometidos de um o saudosismo quase romântico e o assunto era a implantação da TV a cores no Brasil. Obviamente nos lembramos daqueles plásticos coloridos que fixavamos na frente da TV para ver as imagens na cor do plástico. Foi aí que Rogério Feijó contou a seguinte historinha:

Estava sendo anunciado que iria ser transmitido o primeiro programa a cores da televisão brasileira. Então, no dia e hora do tal programa a família de Feijó se reuniu na sala, todos acomodados e de olhos fixos na tela da velha TV Admiral.

O programa começou e nada! Tudo em preto e branco como sempre foi. Eles não sabiam que tinham que comprar um novo aparelho de tv para ver imagens em cores. A decepção era geral, até que e a avó de Rogério interrompeu o balanço de sua cadeira, apontou para a televisão e disse:

- Acho que eu vi um pontinho amarelo ali!

Nos despedimos às gargalhadas.