quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Porrada

O presidente disse que se “porrada” educasse, bandido saia da cadeia um santo. Daí surgiu toda sorte de comentários, acharam um absurdo o Presidente saber que a porrada come nas cadeias e não faz nada. Ora! Isso sempre aconteceu, todo mundo sabe e nunca ninguém fez nada.

Á luz do bom senso e da psicologia moderna, porrada não corrige, mas na outra mão da mesma estrada, eu me lembro que dificilmente repetia os erros corrigidos com as porradas da minha mãe. Uma amiga dizia que “pé de galinha não mata pinto”.

Na verdade existe a porrada que corrige, isso é bíblico, e existe a que esculacha. Parece que alguns jovens não levaram porradas de correção, do contrário não estariam por aí dando porradas que esculacham e humilham empregadas domésticas, índios e outros cidadãos que não denunciam este tipo de agressão.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O Imperador

Hoje ouvi no rádio um repórter esportivo se dizendo surpreso porque o Adriano, atacante do São Paulo, havia sido suspenso por dois jogos quando deveria “pegar um gancho” de 540 dias. Eu, que não tenho nada a ver com isso, fiquei contente. Constatei que não estou cego.

Eu assisti o tal jogo em que o jogador teria dado uma cabeçada no zagueiro do Santos. O que eu vi do lance, ao vivo e em todas as centenas de vezes que repetiu, não foi uma cabeçada agressiva. O zagueiro colou o rosto no de Adriano, numa atitude de encarar. O atacante, por sua vez, movimentou sua cabeça com um certo ímpeto provocando a separação daqueles rostos colados que por pouco não se beijaram.

Que me perdoem os sensacionalistas visionários da crônica esportiva, mas dois jogos estão de muito bom tamanho.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Vida que segue

Depois das férias e do Carnaval retorno às atividades, ainda impregnado pelo ócio e pela tranqüilidade. Nada me aborrece, nem a chuva que descaracteriza o verão carioca, nem o reencontro com os engarrafamentos da Ponte Rio-Niterói e, muito menos, o resultado do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro que definiu como campeã a Beija-Flor de Nilópolis.

Confesso que não acho importante esta competição, sou fã do espetáculo e do que ele representa em termos de faturamento com o turismo. Porém, vaga na minha memória uma história, acho que não comprovada, surgida num dos muitos escândalos do ano passado, dando conta que o presidente da Beija-Flor manipulou o resultado a favor da sua Escola. Agora é Bi? Deixa quieto!

Bem! Estou de volta.