quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Meias x Malas
mei-a
Substantivo feminino.
1.Peça tecida em algodão, lã, seda, náilon, etc., para cobrir o pé e a perna ou parte dela.
2.Ponto de malha com que se faz essa e outras peças de vestuário.
ma.la
Substantivo feminino.
1.Saco de couro ou de pano, ger. fechado com cadeado.
2.Tipo de caixa para transporte de roupas em viagem.
3.Mala (1) para o transporte de correspondência; mala postal.
4.P. ext. Correspondência postal.
5.Bras. Gír. Pessoa maçante.
Meia e mala o que tem de comum entre estas palavras? Ah! Já sei, ambas são substantivo feminino! Então podem servir para mesma coisa, carregar dinheiro, por exemplo.
Se o cara acha que não há segurança para usar uma mala, então pode levar seu dinheiro na meia. Pronto!
Coisas que deviam existir.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
CORRUPÇÃO SECA
Bem! Chegando a casa liguei a TV e passava um debate com Jolmir Beting, Boris Casoy e outras feras do jornalismo brasileiro. Não me liguei muito no debate, mas o Boris disse alguma coisa sobre a corrupção que existiu e ainda existe no meio político.
A tensão pelo bafômetro e a frase do jornalista me fizeram “viajar” e eu sonhei com uma Lei: CORRUPÇÃO SECA.
Fiquei imaginando aquele Bolão branco inflado e iluminado com a frase LEI CORRUPÇÃO SECA impressa em vermelho, instalado no meio de um aparato com muitos policiais, cones, cordões de isolamento, reboques ou carros fortes, etc...
Se eu fiquei tenso com uma latinha de cerveja imagino um desses corruptos de mão cheia (ou seria de bolso cheio?) do ramo da política ou dos negócios ou da segurança pública ou da fiscalização enfim, eles estão infiltrados em todos os setores, sendo parado numa blitz.
O corrupto vai passando e o policial dá sinal para que ele pare. De certo ele vai tentar alguma coisa do tipo: Sabe com quem está falando! Estou muito ocupado, o meu tempo e valioso demais para essas coisas. Porém o policial não se intimida: Boa noite! Desça do carro com os documentos, por favor! A documentação é verificada e tudo certo, mas pelo andar do cara, um bolso mais volumoso que o normal e um bafinho de contas em bancos da Suíça ou Ilhas Cayman o policial desconfia e continua: Me acompanhe cavalheiro! Leva o cara até um local onde se encontra um aparelho e ele pergunta. O que é isso? O policial responde: é um CORRUPÇÔMETRO, o senhor deve soprar bem aqui.
Nessa hora acordei. Pô! Foi só uma latinha, heim! Ainda bem que não fui parado naquela blitz.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Quem não chora não mama.
Viu! Deu certo o ataque nervos do Belluce. O juiz meteu a mão no Sport, Palmeiras 2 x 2 Sport. É verdade que o jogador Danilo, que fez o segundo gol palmeirense não estava impedido, mas todo mundo ouviu o apito do juiz e dá para notar o goleiro do Sport abdicando de uma possível ou improvável defesa.
Contudo, parece que a coisa não vai ficar por aí, basta ler a matéria do globoesporte.com:
“... Procurador-geral do STJD diz que existe chance de Palmeiras x Sport ser anulado
Para Paulo Schmitt, cabe ao clube provar erro de direito. Dirigente afirma que Sport vai agir. Juiz não cita confusão na súmula e erra autor do gol ...”
Isso não me cheira bem. Em que pese o Sport ter sido matematicamente rebaixado com esse resultado, a anulação dessa partida interessa e muito ao Palmeiras. Ah! Vale ressaltar que mais uma vez o verdão não ganhou de um time da Zona de rebaixamento.
Atenção São Paulinos, Atleticanos e Flamenguistas ... Fiquem de olho.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Passou da conta
“... Após dizer que Simon "fez um serviço para o Fluminense" e que "a tabela favoreceu o São Paulo", Belluzzo reafirmou as críticas ao árbitro. - Estou dizendo que o Simon é safado, um sem vergonha e crápula.
E chegou a falar em agressão ao árbitro.
- Adianta fazer protesto (à CBF)? A única coisa que pode se fazer é encher o cara de porrada depois de um assalto desse. O cara foi de má-fé. Ele já devia ter sido excluído do futebol - disse. - Ele fez de caso pensado (a anulação do gol de Obina). Eu que o encontre na rua, porque não tenho medo de ninguém. Tenho 67 anos e, se encontrar o Simon na rua, eu dou uns tapas no vagabundo - acrescentou o dirigente ....”
“ ... CBF afasta Carlos Eugênio Simon do Campeonato Brasileiro
Comissão Nacional de Arbitragem suspende o árbitro 'em virtude de repetição de erros cometidos durante a competição ...”
Depois que li essa matéria eu pensei. Dos últimos 44 pontos que disputou, o Palmeiras perdeu 30. Com derrotas para clubes da zona de rebaixamento: Fluminense; Santo André e Náutico. Agora reclamam de arbitragem, perdem a compostura e esquecem das vezes em que foram beneficiados por estes supostos erros de árbitros. É o caso de achar que se o Belluzo analisar os resultados do Palmeiras e agir como está fazendo, pode até querer dar uma surra no time e na comissão técnica.
Como esse chororô não vai mudar nada. Fica uma dúvida: Será que tudo isso não pode intimidar aos ábitros das próximas partidas do Palmeiras?
O pior e que a CBF dá ouvidos pra essa gente.
Coisas que o futebol não precisa.
sábado, 24 de outubro de 2009
Parabéns ao meu blogueiro preferido
Por isso quero aproveitar meu retono, que espero não ser efêmero, para parabenizar a todos que perseveram e, frequentemente, postam artigos que nos informam, nos divertem e nos impressionam.
Muito especialmente quero parabenizar ao Adilson Rigueira (links interessantes), pelo bom humor, pela demonstração de conhecimento, pelo orgulho de suas raízes, pelo carinho especial com a família (de modo geral) e pela qualidade dos artigos.
Coisas do coração.
sábado, 18 de abril de 2009
Cinco dias úteis.
Nesta terceira vez, ao verificar que o cartão não funcionava liguei para o banco e fui informado de que eu poderia tê-lo utilizado em local suspeito e, por medida de segurança, o mesmo foi bloqueado e que em cinco dias úteis, receberia um novo cartão. Fazer o quê? No dia seguinte recebi duas ligações do banco e um telegrama explicando novamente o motivo do cancelamento e confirmando o prazo de cinco dias úteis para as providências.
É desnecessário comentar o transtorno que é ficar sem esse maldito cartãozinho, principalmente num final de semana seguido de feriado. Atualmente ninguém aceita cheques, nem banco. Então, estou em casa sem dinheiro para a gasolina, para passagens de ônibus, para o chopinho... Vou passar o feriadão vivendo da caridade alheia.
Eu quis mostrar minha insatisfação. Então, liguei para o Banco dizendo que gostaria de fazer uma sugestão. A atendente ficou pronta para anotar e eu comecei dizendo que louvava a preocupação do banco com a segurança, que entendia muito bem o cancelamento do meu cartão, mas que achava o prazo de cinco dias úteis longo demais. Falei que a redução desse prazo serviria até como diferencial em relação às demais instituições, reforcei que com a mesma rapidez com que recebi o telegrama poderia ter recebido um novo cartão.
A atendente me ouviu atentamente e foi muito educada, pediu que eu anotasse um número de protocolo e solicitou o número do meu telefone e e-mail para que eu pudesse saber do andamento da minha sugestão. Passei os telefones de casa, trabalho, celular e e-mail. Ela agradeceu e disse que eu receberia notícias em cinco dias úteis.
Eu ri e desliguei.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
A Lei
Quem é católico sabe que ao final do texto, o leitor diz: “palavra do senhor” e a igreja responde: “graças a Deus”. Depois a missa segue até a homilia onde o padre faz o sermão e normalmente comenta as leituras e o evangelho.
Na igreja em que eu assisti a missa, o Frei iniciou a homilia dizendo que ele achava que aquele texto (antigo testamento - Levítico) devia ser retirado das missas e que ele, por vontade própria, não respondeu “graças a Deus” no final da leitura. Explicou que celebra missa para doentes de hanseníase e teve vergonha de, nos dias de hoje, ter que fazer um daqueles doentes ouvir o tal texto. Além disso, ele o classificou de discriminativo e isso ele não aceita, assim como não aceita a exclusão racial, social, etc...
Não cabe dizer qual é a igreja e quem é o Frei, mas eu gostei da palavra dele.
Coisas que me tocam.