Todos os dias, pela manhã e a noite, eu contribuo para aumentar meu nível de estresse, dirigindo nos engarrafamentos da ponte Rio-Niterói. Ali não tem tempo bom, a gente tem que ter uma mala de paciência para suportar.
É lugar comum entre os motoristas que a pista onde o trânsito flui melhor é aquela em que ele não está. Então, cansei de ficar me esgueirando de uma pista para outra e escolhi, definitivamente, a da esquerda. Além de ela ser a que mais “anda” na visão dos motoristas que estão nas outras pistas, é limitada a esquerda por uma mureta que nunca entra, de repente, na sua frente sem nenhuma sinalização.
Porém, há um incomodo nesta pista. Parado ou andando na velocidade média de 4,6 Km/h é freqüente ouvir os “bibis” das buzinas das motos tentando passar entre os carros, quando não conseguem, os “motoqueiros” gesticulam aborrecidos, como que exigindo que você raspe seu carro na mureta para deixar um corredor exclusivo para eles. Não raramente esbarram e arrebentam retrovisores dos carros que, supostamente, os atrasam.
Eu tenho um amigo passa pela ponte há muito mais tempo, ele nasceu em Niterói. Pois é! Não sei se tem alguma coisa a ver, mas o cara parece detestar motos e motoqueiros. Ai do piloto incauto que precisar de uma gentileza dele no trânsito ou se aventurar na sua direção. Pode se preparar pra levar uma fechada, um chega pra lá ou, no mínimo, ouvi-lo rosnar. Eu e outros caronas eventuais já o criticamos por essa atitude.
Hoje estou preocupado comigo e com os motociclistas porque começo a achar que meu amigo tem razão.
Motoqueiro da Ponte Rio-Niterói, não me faça te pegar nojo!
Coisas do dia a dia...
É lugar comum entre os motoristas que a pista onde o trânsito flui melhor é aquela em que ele não está. Então, cansei de ficar me esgueirando de uma pista para outra e escolhi, definitivamente, a da esquerda. Além de ela ser a que mais “anda” na visão dos motoristas que estão nas outras pistas, é limitada a esquerda por uma mureta que nunca entra, de repente, na sua frente sem nenhuma sinalização.
Porém, há um incomodo nesta pista. Parado ou andando na velocidade média de 4,6 Km/h é freqüente ouvir os “bibis” das buzinas das motos tentando passar entre os carros, quando não conseguem, os “motoqueiros” gesticulam aborrecidos, como que exigindo que você raspe seu carro na mureta para deixar um corredor exclusivo para eles. Não raramente esbarram e arrebentam retrovisores dos carros que, supostamente, os atrasam.
Eu tenho um amigo passa pela ponte há muito mais tempo, ele nasceu em Niterói. Pois é! Não sei se tem alguma coisa a ver, mas o cara parece detestar motos e motoqueiros. Ai do piloto incauto que precisar de uma gentileza dele no trânsito ou se aventurar na sua direção. Pode se preparar pra levar uma fechada, um chega pra lá ou, no mínimo, ouvi-lo rosnar. Eu e outros caronas eventuais já o criticamos por essa atitude.
Hoje estou preocupado comigo e com os motociclistas porque começo a achar que meu amigo tem razão.
Motoqueiro da Ponte Rio-Niterói, não me faça te pegar nojo!
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